Rápido, prático, barato, consciente e altamente criativos e personalizaveis.
Assim são os móveis de papelão.
Serão esses os móveis do futuro?
A empresa 100 inteligente comercializa esses criativos móveis feitos a partir de papelão. Garantem durabilidade e baixo custo! Tem desde mesas, passando por cadeiras e bancos infantis, até revisteiros. Mesmo que não pretenda comprar, vale a pena dar uma olhada na criatividade alheia, o que se pode fazer com tão pouco.
Para quem é fã do The Beatles e do The Clash (como eu) é super fascinante. Tinha que postar. Abaixo as capas reproduzidas pelo artista Invaders, para quem não conhece.
Abbey Road – The Beatles
London Calling – The Clash
Invaders é o codinome de um artista de rua que faz arte com cubos mágicos, baseado no jogo Space Invaders. Achei impressionante a habilidade dele com os cubinhos! Sou uma das milhões de pessoas que se impressionam com aquelas que conseguem manipular tão bem os quadradinhos coloridos.
Hoje não posto nada sobre design, artes ou arquitetura.
Como tenho que imprimir muitos arquivos de texto, acabo gastando muita tinta e tendo que repor logo os cartuchos (que não são nada baratos, aliás). Acho que uma grande parte das pessoas ‘sofre’ com isso também, por isso resolvi postar aqui sobre a EcoFonte.
Ela é uma fonte especial, baseada na Vera Sans apresenta pequenos círculos brancos no interior de cada caracter, o que produz uma economia de tinta de até 20%. Os círculos não aparecem em fontes de tamanho pequeno (12, por exemplo) e não comprometem a legibilidade. Já em fontes de tamanhos maiores eles se tornam legíveis e produzem até um visual diferenciado, bom para dar um up nas pranchas para a faculdade.
Uma música inédita escrita por Paul McCartney ganhará vida na voz de Mallu Magalhães. A cantora paulistana fez sua versão da canção “How D’ You Do”, de 1969, para o projeto Beatles 69, uma compilação com músicas gravadas pelo Fab Four em 1969, regravadas por diversos artistas brasileiros.
Não acredito! Como deixam essa garota gravar uma música dos Beatles?
Me desculpem os fãs, mas não acho que ela fará nada de bom com a música, visto que acaba de entrar no ‘mundo da música’ muito repentinamente, diga-se de passagem. Foi o ‘boom’ da Mallu, todo mundo falava dela, todo mundo escutava e ela estava em todos os programas e super elogiada.
Até cheguei a ouvir seu CD “Vanguart”, mas me decepcionei. Achei as músicas chatinhas, excetuando-se uma ou outra. Fora as aparições ao vivo, onde desafina absurdamente, visto o vídeo abaixo:
Agora, será mesmo que ela realizará um bom trabalho? Acho que é um peso consideravelmente grande para ser jogado em uma estreante na música, como a Mallu.
Fonte:Rolling Stone P.S.: Aproveito para avisar que a revista Rolling Stone lançará uma edição especial sobre The Beatles no mesmo dia do lançamento do jogo Rock Band e dos álbuns remasterizados: 9 de setembro (cidades do Rio de Janeiro e São Paulo).
Demais cidades: 16 de setembro.
Todos os dias, assim que sento no computador, acesso uma série de sites. Hoje não foi diferente e acabei me deparando, em um deles (Puppies and Flowers), com uma “coisa” que me impressionou muito.
Foram as obras do artista David Jon Kassan.
O que me chamou a atenção foi a relidade que o artista consegue passar para suas obras. Olhando sem atenção, essas pessoas passam por verdadeiras.
“Como expressão de sua própria observação calculada e sua concepção visual de seu entorno, introspectivos vislumbres de realidade impregnam a arte de David Jon Kassan. Ao se aprofundar no seu assunto, Kassan é capaz de infudir sua pintura com vida e realismo.”
Além das pinturas, David também faz desenhos igualmente realistas.
Hoje vi um vídeo muito interessante que me fez pensar mais no meio ambiente. Na verdade, não só no ambiente mas em todo o capitalismo, o consumismo, a vida que a gente leva e como ela afeta outras pessoas, culturas, economia e principalmente o mundo em que vivemos, e em nenhum dos casos de maneira positiva.
O vídeo é de Annie Leonard, especialista internacional em sustentabilidade ambiental que já viajou quase o mundo inteiro investigando fábricas e depósitos. O objetivo? Avaliar o impacto das atividades realizadas nesses locais sobre o planeta.
O vídeo é grande, mas vale a pena, não somente pelo alerta que faz, mas também pela maneira que o faz: as animações são simples e eficazes, tornando-se extremamente legais!
De acordo com alguns jornais e revistas, 2009 é o “ano Beatles”. Isso se dá devido a uma série de lançamentos vinculados ao quarteto.
Inicialmente temos a continuação de um dos mais populares jogos de video-game da atualidade: Rock Band. A empresa entrou “na onda” de lançar jogos exclusivos de artistas (já feito anteriormente com Metallica e Aerosmith, pelo Guitar Hero) e decidiu começar do melhor jeito possível, isso mesmo, com os Beatles!
O jogo contará com 45 músicas da banda, entre elas estão: Twist and Shout, Here Comes the Sun, Yellow Submarine, Paperback Writer, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, entre outras. Além dessas 45, ainda poderemos fazer download de mais!
Se as músicas já não bastassem para tornar o jogo um must-play, o pessoal da Harmonix(empresa que produz o jogo) ainda caprichou no visual! Cheias de cores e vida, as animações que contam a história da banda te prendem de um jeito fascinante. É sentar levantar, pegar as guitarras Rickenbacker 325 e Gretsch Duo Jet, o baixo Höfner e a bateria Ludwig (sim, também serão lançadas réplicas dos instrumentos de John, George, Paul e Ringo!) e se sentir no Cavern Club, ou no Shea Stadium, até no Abbey Road Studios.
Além do jogo, ainda serão relançados todos os álbuns de estúdio, em cópias re-mas-te-ri-za-das. Esses manterão a arte e a lista de músicas, como nas versões originais da década de 60.
Excetuando-se a remasterização, o que mais me empolga nesse lançamento é que eles virão com um booklet adicional que terá bilhetes de manuscritos do quarteto, com informações sobre as faixas, além de curtos comentários sobre as temporadas em estúdio.
Mais aqui e aqui.
O dia escolhido para o lançamento de tudo isso(os álbuns e o jogo)? Dia 9 de setembro! Preparem os bolsos desde já, a brincadeira provavelmente não sairá barata e muito menos permanecerá nas prateleiras.
P.S.: Acabei de ver que a BBC exibirá um documentário sobre o quarteto durante toda a semana que abrange o dia 9. Informações aqui.
Passando aqui rapidinho pra deixar dois links de sites que fazem parte dos meus favoritos.
O primeiro é um site interativo e super feliz e calmante. Tem a música de uma banda espanhola chama Labuat. A música se chama Soy tu Aire e enquanto ela toca e você move o mouse, a ‘linha de tinta’ preta vai te seguindo e se transformando de acordo com a parte da música (dela saem pássaros, imagens, dente-de-leão, peixes, etc.). É uma ótima diversão e a música é encantadora. Hora ou outra abro o site para me divertir.
Outro site que gosto muito e esse se torna extremamente útil quando estou em um computador alheio sem minhas músicas ou apenas não sei o que escutar ou quero músicas novas, é o Musicovery.
Nele você pode escolher os estilos musicais que quer ouvir, a época e definir seu humor em Energético, Positivo, Calmo e ‘Dark’. De acordo com suas escolhas é criada uma rede de músicas que tocam em seguida.
O único problema é que não nos é permitido passar as músicas (tem que ser membro Premium), mas isso não é grande coisa porque normalmente a seleção de músicas é muito boa.
Minha intenção ao criar o blog era postar aqui todos os dias, mas isso acabou se tornando difícil devido à algumas circunstâncias. Espero que daqui pra frente eu consiga postar com mais frequência.
Hoje farei novamente o review de um filme que foi baseado em um livro, mas ao contrário de O Caçador de Pipas, eu li o livro primeiro.
Moça com Brinco de Pérola – Tracy Chevalier
Chevalier mistura história com ficção nesse romance que tem como inspiração uma das mais famosas obras do pintor Veermer: Moça com Brinco de Pérola.
Por ser grande admiradora do artista, a autora pôde reconstituir com louvor os costumes da época: século XVII, Holanda.
Narra a história de Griet, uma jovem de apenas dezesseis anos que, por dificuldades financeiras familiares, é obrigada a trabalhar na casa de Veermer. Inicialmente, sua recepção na casa não é muito calorosa, mas aos poucos se adequa ao lugar e passa a se relacionar bem com as crianças e demais empregadas, excetuando-se desse relacionamento a mulher do pintor.
Griet acaba por cultivar um amor platônico/admiração por Veermer, e este não parece se manter indiferente a este sentimento. A partir desse momento, a história ganha ‘graça’ e nos deixa com vontade de ir logo para a última página ver se há ou não um final feliz.
Chevalier consegue prender nossa atenção nesse encantador romance. O mistério que ronda esse amor/admiração, e suas conseqüências, nos fazem percorrer animadamente as linhas para poder descobrir o que acontece depois, ou até se acontece.
E, particularmente, o final é surpreendente!
Ganhei o livro de um amigo e não achei que seria uma história muito boa, mas não consegui parar até descobrir o que acontece por fim. Fabuloso.
Após ter lido o livro, e gostado muito, tive que ver o filme.
Como usual, o filme não chega perto do nível de detalhamento e emoções que o livro transmite (fazer isso em mais ou menos duas horas é um pouco difícil mesmo), mas não deixa de ser uma boa adaptação.
Talvez perca alguns detalhes que achei importantes para a história, mas quem não leu não sentirá falta.
Uma coisa que o filme acaba levando vantagem em relação ao livro (devido ao mesmo ser apenas escrito, sem imagens – o que é absolutamente noraml) é poder mostrar algumas das obras de Veermer citadas no livro. Além disso, o elenco é de primeira: Scarlett Johansson, que dá vida à Griet, Tom Wilkinson e Colin Firth, como Veermer.
Estou meio sumida daqui, mas há pouco peguei uns filmes da Zooey Deschanel e pretendo fazer os reviews assim que assistir!
Por agora, deixo alguns dos meus vídeos preferidos, em stop motion:
Obs.: Não sei se o vídeo abaixo é inspirado no acima ou vice-versa, mas mesmo sendo muito parecidos ambos são geniais!